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MAI
24
24 MAI 2018
SAÚDE
De perto, quem é normal?

Hoje foi dia dos usuários da saúde mental ocuparem o Calçadão Tapir Rocha, no Centro, expondo os trabalhos realizados nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). O evento alusivo ao Dia da Luta Antimanicomial (18/05), foi organizado e apresentado pelos usuários do coletivo “O Cuidado que Queremos”, bem como o lançamento da Rádio Kbça. Uma rádio web com programação mensal, elaborada e produzida pelos usuários.

De acordo com a coordenadora de Saúde Mental, Vanessa Bettiol de Oliveira, “neste ano, a proposta foi que os próprios usuários, organizados no Coletivo, planejassem, organizassem e apresentassem todas as atividades no dia de hoje”, explica. “Eles propuseram que todos os CAPS se unissem no brechó, a fim de arrecadar dinheiro para comprar material e equipamentos para a rádio Kbça e para o novo projeto (Cine CAPS) de produção, criação e gravação de vídeos dos usuários”, continua Vanessa.

Durante toda tarde, foram realizadas apresentações de músicos e bandas formadas por usuários e pela equipe da saúde mental. Também estavam à venda as bolas confeccionadas e costuradas pelos integrantes do Grupo de Bolas. O valor da venda das bolas será investido na compra de mais materiais e o lucro será revertido para os integrantes do grupo.

Saiba mais sobre a Luta Antimanicomial

A maior conquista da Luta Antimanicomial foi a Consolidação da Reforma Psiquiátrica Brasileira através da Lei 10.216/2001. “Como resultado desta gradativa evolução, a Lei de Reforma Psiquiátrica reconhece pela primeira vez a pessoa com transtorno mental como cidadão, buscando regulamentar suas relações com outros portadores de transtornos mentais, profissionais de saúde, profissionais do direito, a sociedade e o Estado, uma vez que atribui a cada um o seu papel no tratamento”, explica a coordenadora de Saúde Mental, Vanessa Bettiol de Oliveira.

Com o intuito de desinstitucionalizar a pessoa com transtorno mental, a reforma criou projetos de serviços substitutivos ao hospital psiquiátrico, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), residências terapêuticas e leitos psiquiátricos em hospitais gerais. A lei também orienta que o tratamento visará, como finalidade permanente, a reinserção social do paciente em seu meio, oferecendo assistência integral à pessoa com transtornos mentais, por meio de uma equipe multidisciplinar.

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