-----------Secretaria de Agricultura e Abastecimento

Programas
Granja Municipal
Programa de Educação Ambiental
A Secretaria Municipal de Agricultura, em parceria com as secretarias municipais de Educação, Obras e Viação e Planejamento, Habitação e Meio Ambiente, está realizando um trabalho de educação ambiental com os alunos das escolas municipais Dom Diogo de Souza e Presidente Castelo Branco. O objetivo do programa é formar educadores ambientais nas escolas. Foi construída uma sala de aula na Granja.
Uma vez por semana os alunos vão até lá para efetuar tarefas teóricas e práticas. O projeto também prevê visitas a locais históricos e de preservação ambiental, como o Parque Estadual de Itapuã, entre outros. A ETA e a Escola Canadá são parceiras no projeto.

Programa de Produção de Hortigranjeiros
A produção de hortigranjeiros da Granja tem por objetivo contribuir com a alimentação saudável de crianças das creches e escolas municipais.
Patrulha Agrícola
Presta serviços de forma subsidiada ao agricultor familiar, a Patrulha Agrícola vêm impulsio­nando a produção agrícola local.
Hoje são cinco tratores e todos os implementos necessários para serviços mecanizados, tais como preparo de solo, aragem, gradeagem e subsolagem, além de atuar nos seguintes programas:
Programa de Recuperação e Conservação do Solo
A Secretaria Municipal de Agricultura proporciona assistência técnica aos produtores familiares para manejo da área e conservação do solo. Após uma avaliação, é possível fazer a descompactação da terra, facilitar a irrigação e não causar erosão. Também, conforme o laudo, a Seagri faz o transporte de calcário e curva de nível.
Roçadeira Escorpião
A Secretaria Municipal de Agricultura, em parceria com a Secretaria Municipal da Educação, adquiriu uma roçadeira hidráulica (escorpião) para poda e limpeza das estradas rurais. Havia locais em que os ônibus não trafegavam mais devido ao acúmulo de galhadas e ramadas de árvores e arbustos ao longo das estradas.
Programa Calcário
correção do solo e conseqüente diminuição de acidez com objetivo de aumentar a produtividade.
Em 2003 foram comercializadas e distribuídas de forma subsidiada 385 toneladas de calcário.
Produção de Silagem
objetiva produzir alimento e armazenagem no verão para os meses de menor disponibilidade (inverno); ensila-se no município em torno de 400 ha de milho. A aréa de milho para silagem passou de menos de 40 ha em 1997 para mais de 400 ha em 2003/2004.
As sementes de milho são oriundas do Programa Troca-Troca em parceria com o Estado e distribuídas aos agricultores de forma subsidiada. Este ano foram disponibilizadas 400 sacas.
Serviço de Inspeção Municipal
O Serviço, criado na Administração Popular, efetua, através da regularização legal dentro das normas sanitárias, a inspeção de estabelecimentos comerciais que manufaturam produtos de origem animal. Hoje 10 estabelecimentos são inspecionados pelo SIM, garantindo, com isso, produtos com procedência e qualidade higiênico-sanitárias que chegam à mesa da comunidade.
Programa da Fruticultura
A Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Seagri) iniciou a implantação da fruticultura no município com o plantio de mudas de caqui em 28 hectares. Conforme os dados de estudos de solo, clima e relevo, Viamão é propício à cultura de caqui e outras frutas brancas.
O projeto de fruticultura partiu de uma assessoria técnica que a Seagri recebeu para a implantação do Plano Estratégico de Desenvolvimento Rural. Atendendo a uma demanda que solicitava a viabilização de novas alternativas de cultura para que o produtor rural conseguisse se manter no campo. Com isso, 36 produtores de agricultura familiar estiveram visitando Caxias do Sul, maior pólo do Estado na produção de frutas, onde verificaram como se dá o plantio das mudas e os cuidados técnicos para com elas.
A Seagri e a Emater fizeram o diagnóstico, mapeamento, compra coletiva de mudas a preços abaixo do mercado, preparo do solo, alinhamento para plantio e gradeamento. Hoje, os técnicos da Seagri e Emater estão acompanhando o desenvolvimento das mudas. Para 2007, o objetivo é duplicar a área de plantio e engajar mais famílias ao projeto. A partir do quarto ano os frutos já podem ser colhidos em escala comercial e estima-se uma produção inicial de 1,5 tonelada de frutos de alta qualidade.
A cada ano a área de plantio deve duplicar para que Viamão se torne um pólo de produção de frutos de mesa, com geração de ocupação e renda para a agricultura familiar.
Dados complementares:
Adesão: três famílias no Espigão; seis famílias em Itapuã; seis famílias no Assentamento Filhos de Sepé; uma família em Águas Claras; uma família no Passo do Morrinho; duas famílias no Passo D’Areia, duas famílias na Estância Grande e uma família no Beco dos Pacheco.
Área de 28 hectares: 24 hectares com caqui tipo Fugi e Fuiú e quatro hectares, em fase experimental, com goiaba, figo e ameixa.
Caqui: fruta rústica, que exige poucos cuidados e tratamento durante o ano. Se adapta ao solo, clima e relevo de Viamão e possui fácil aceitação e comercialização.
Compras Coletivas:
A Secretaria Municipal de Agricultura realiza a compra coletiva de sementes, adubos e mudas frutíferas para pomar doméstico. Neste ano, as compras coletivas para sementes de pastagem de inverno e insumos diminuíram o custo para o produtor em 30%. Foram comprados 7 toneladas de adubo, 9 toneladas de uréia, 14 toneladas de ervilhaca, aveia e azevém e 4,5 mil mudas de árvores – 1.500 unidades a mais que em 2005. Isso quer dizer que Viamão agora possui 14 hectares a mais de pomares em cerca de 225 residências. Isso representa frutas sem agrotóxico e com qualidade, melhorando a qualidade do ar e de vida.
Até o dia 15 de outubro o produtor pode se inscrever para a compra coletiva de sementes, adubo e uréia para a pastagem de verão. Serão adquiridas sementes de milheto e braqueaia.
Troca-Troca do Milho:
A Secretaria Municipal de Agricultura, em parceria com o governo do Estado, proporciona a Troca-Troca do milho. Este ano o programa agregou um seguro do governo federal e os produtores que optaram por aderir a um custo de R$ 14,00, receberão R$ 800,00, caso haja seca e perda da lavoura.